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Projeto Jiboia - Mulher com jiboia albina Bonito MS Bonito Incomparável
Projeto Jiboia

 

Imagine alguém contar uma história cruel a seu respeito e isso se tornar uma espécie de verdade universal uns milhares de anos depois. Intrigueiras, má intencionadas, venenosas mesmo: a antipatia entre seres humanos e serpentes vem de tempos bíblicos. Alguém precisava dar um basta nos boatos e falar umas verdades sobre as jiboias. E, mais do que isso, dar voz à elas. Com vocês, o Projeto Jiboia Sssssssssshow. Com participação especial de Henrique Naufal, em 75 minutos que deixam os apresentadores do 60 Minutos se mordendo de inveja.

 

Máximo de visitantes / dia: 200

Adultos e crianças

Atividades: Palestra e selfies

Duração da atividade: 75 minutos

 

“Falem o que quiserem, menos que sou peçonhenta”

Não sou venenosa! Disse isso à Eva muitas e muitas vezes. Mas naqueles tempos, sem Google para ajudar, a desinformação corria solta. Quanto às maças, eu gosto. Que pecado há nisso? Acredite, somos essenciais para a civilização. Mas isso eu só conto aqui no show, pessoalmente, olhos nos olhos.

“Medo de mim?!? Eu é que tenho medo de vocês!”

Se olhe no espelho, veja o seu tamanho e compare com o meu. Os humanos são os nossos predadores naturais. Quando percebo alguém se aproximando a minha reação instintiva é fugir. Exceto quando encontro o Henrique, o pessoal aqui do trabalho e as pessoas que assistem ao Projeto Jiboia Show. Eu nasci no Projeto Jiboia, me sinto em casa, percebo que estamos contribuindo com algo importante. O depoimento ao lado me emocionou: “hoje eu pude ajudar uma jiboia a atravessar uma rodovia”.

“Sou sensível, sabia?”

Eu e o Henrique temos em comum a sensibilidade na barriga. Ele não resiste à gastronomia de Bonito. E minha barriga é sensível aos movimentos. Ela está sempre em contato com o chão. É através dela que sinto as vibrações na terra, animais se aproximando etc.

“Ofender alguém dizendo que essa pessoa tem língua de cobra é bobagem”

Eu enxergo muito mal. Minha língua bifurcada é na verdade uma antena. Com ela eu capto partículas de odor no ar. Isso é o que me dá a percepção do que existe em minha volta. Ou seja, minha língua não faz mal a ninguém, ok? Pense em outra maneira de brincar com as sogras.

“Não ligo para o que Harry Potter diga para mim”

Não perca o seu tempo aprendendo ofidioglossia, o idioma oficial de Salazar Sonserina, Harry Potter e Voldemort. Sou surda, não ouvirei uma única palavra.

“Conhecemos o Henrique magro e cabeludo”

Foi lá na Austrália, em 1983. Ele tinha 17 anos e tremeu de medo ao ver um homem andando em um parque com uma parente minha no pescoço. Ela o achou simpático, apesar de um tanto desinformado. Deu uns toques para ele, mandou a real sobre as cobras e até fizeram uma selfie. Em 2005 o Henrique já estava careca e barrigudo e criou o Projeto Jiboia para contar ao mundo o que ensinamos a ele.

“Não ria. Você fará o mesmo”

Ao final do show quase todos querem fazer uma selfie comigo. Alguns até com o Henrique, a pessoa de humor mais venenoso que já tive a satisfação de encontrar.

“Minha amiga Katia, do Hotel Pirá Miúna”

Ela é uma simpatia de pessoa, trabalha a algumas quadras daqui e, sempre que sobra um tempo livre, vem ao show. Estamos organizando uma tarde de autógrafos lá no Pirá Miúna. Sugeri chamar o evento de Pirando na Cobra. O que vocês acham?

“Foi uma honra receber o Giuseppe”

Esse é o Giuseppe Puorto, do Instituto Butantã de São Paulo. Veio nos visitar. O Henrique ficou lisonjeado, e com razão. O Giuseppe é uma referência internacional em animais de nossa espécie. Da minha espécie, não na espécie do Henrique.

“Tem uma coisa que me irrita muito no Henrique”

O Henrique pegou a mania de esconder o meu rosto com o braço na hora das fotos oficiais com as escolas que vem para o show. Nesta foto, a turma de Ciências Biológicas da UEMS de Ivinhema. A visita de escolas e de moradores de Bonito não é cobrada. Mas o Henrique vai me pagar por me esconder nas fotos.

“A fama foi apenas consequência de um trabalho árduo”

Estou me referindo ao Luan Santana. Quando nos encontramos ele ainda não era famoso. Alcançar fama internacional foi algo natural. Agora estou me referindo a mim mesma. 

“Eis a prova de que as religiões não nos abominam de verdade!”

Adultos, crianças, jovens, mais velhos, altos, baixos, céticos e espiritualizados. O Projeto Jiboia Show toca todas as pessoas igualmente. Graças às pessoas que nos visitam, cada vez mais somos vistas como criaturas que cumprem o seu papel para o equilíbrio ecológico.

“Já calcei as sandálias da humildade”

Hoje eu reconheço que o sucesso do show se deve muito ao Henrique Naufal e aos outros membros da equipe. O Henrique é esforçado e os outros têm talento!

"Meu conselho aos que têm receio de vir ao Projeto Jiboia Ssssssshow"

Relaxem, esqueçam dos pré-conceitos e procurem ver a minha essência, a minha alma, e não o que acham que eu sou. No começo eu também tinha receios em relação ao Henrique, sempre mostrando os dentes. Em meu habitat natural isso é uma ameaça.  Aí eu aprendi que os humanos mostram os dentes quando estão felizes, que isso é apenas um sorriso.

“Criança até 4 anos não paga ingresso”

Adoro crianças. Pronto, já está pensando bobagem a meu respeito, não é?

Projeto Jiboia - Henrique Naufal e uma das estrelas do Projeto Jiboia Bonito MS Brasil Bonito Incomparável2
Minha História com Bonito

Ele já dirigiu um táxi e foi intérprete para turistas de língua inglesa em visita à Bonito e ao Pantanal. Não têm vergonha de dizer que nunca gostou de trabalhar. Isso é ótimo, porque o que o Henrique faz atualmente não é trabalho. É um espetáculo! Ele criou a palestra show que alegra ainda mais as noites de Bonito, traduzindo com muito bom humor o que as jiboias lhe sussurram aos ouvidos. E elas sussurram cada coisa.

Qualquer problema, eu digo: resolva com as minhas sócias

Fiquei onze meses na Austrália. Voltei para o Brasil absolutamente conquistado pelas cobras. Uma delas se tornou o meu pet. Mais tarde resolvi abrir um criadouro, mas o IBAMA, órgão que protege o meio ambiente no Brasil, não permitiu. Nessa ocasião eu já tinha doze jiboias. Elas se tornaram minhas sócias no Projeto Jiboia, junto com a píton da Birmânia.

Eu não devia ter brincado com isso...rsrsrsrs

Eu dizia brincando que não gostava de trabalhar. Cuidado com o que você diz, meu amigo, o universo tem ouvidos. Entre a abertura do Projeto Jiboia, em 2005, e o ano de 2010, eu trabalhava no táxi durante o dia, e à noite apresentava o show. Foram cinco anos trabalhando dia e noite.

Elas sabem que é preciso ter paciência com os humanos

Todas as cobras do Projeto Jiboia são extremamente dóceis, bem alimentadas, identificadas por microchip e adquiridas legalmente. Ou seja, não têm motivos para perderem a paciência com os humanos. Talvez elas saibam que temos muito a aprender com elas e sobre elas. E vice-versa.

75 minutos que ajudam a mudar séculos de desinformação

Algumas pessoas chegam desconfiadas, olhando para os lados, como se estivessem entrando em um planeta estranho. O Rafael Leick, dos portais Viaja Bi e Viagem Primata, foi um desses. Ele escreveu: “No começo, fiquei bastante tenso e nem quis sentar muito perto. Imaginei uma cena de filme de terror ao vivo, com o Bolinha descendo do pescoço, passando pelo corredor no meio das cadeiras serpenteando bem rápido e silvando para afugentar as pessoas”. Ao final ele fez a famosa selfie. Eu não estava nesse dia, mas demos boas risadas juntos depois! Eu e o Bolinha, a jiboia.

Missão show

O Projeto Jiboia Show tem um compromisso, uma missão que extrapola o lado comercial: desmistificar e combater o preconceito em relação à nossas irmãs répteis. Quebrar um paradigma. Mostrar o encanto de algo que nos assusta.

As crianças são cobrinhas!

São das crianças que vêm as surpresas mais emocionantes. Elas querem saber sobre a vida das serpentes, as diferenças entre cobras peçonhentas e não peçonhentas, quando se aproximar, quando e como espantar – e principalmente como respeitar e proteger as cobras. Sou fãs de vocês, meninos e meninas.

Coma à vontade: a lei da gravidade não vigora nos rios de Bonito

Um dia a história irá registrar que Isaac Newton tinha preconceito em relação aos fofinhos. Minha irritação com ele foi aumentando a cada quilo que eu ganhava. Bonito aboliu a lei da gravidade e qualquer pessoa pode flutuar, como pode ver nesta foto em que estou na Nascente Azul.

Em ao menos uma língua Jiboia é Boa

Se me pedissem para resumir em uma frase todo o objetivo do Projeto Jiboia, eu diria: para evitar a matança indiscriminada das serpentes na natureza. Esse pensamento está na página do Instagram do Proyecto Boa, o desdobramento do Projeto Jiboia no Paraguai, inaugurado em dezembro de 2018 na cidade de San Bernardino.

Que me perdoem as cachoeiras, as flores e as matas...

…mas para mim Bonito tem cheiro de família e de comida muito boa! Sabe quando você chega na casa da vovó, abre a panela, respira fundo e entra em êxtase? A sensação é a mesma quando vou na Casa do João, no espeto e em muitos outros restaurantes. 

Se você fosse uma cobra

Tem quem o considere o Jiboia um projeto de Educação Ambiental. Tem quem o ache apenas divertido. Para mim, é o show da vida. Se você fosse uma cobra – rastejante, com a língua bifurcada, que não se expressa na linguagem humana, que tem uma aparência assustadora para a maioria das pessoas e que pode ser morta a pauladas só por existir – ficaria feliz em encontrar todas as noites um grupo de humanos querendo lhe conhecer melhor e tirar fotos com você.

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Publicaremos sempre novas informações e dicas dos hotéis, pousadas, hostels e resorts que fazem de Bonito um destino Incomparável em alternativas de hospedagem. 

Lembre-se de voltar! Se quiser, podemos avisar você:

IDB – Instituto de Desenvolvimento de Bonito
Rua 24 de Fevereiro 1507 Bonito | Mato Grosso do Sul | 79.290-000
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