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Por do Sol na Serra da Bodoquena Bonito MS Bonito Incomparável Foto Daniel de Granville_Banner

Você tem filhos? Saiba como a infância é fundamental para a saúde na vida adulta!

Experiências da infância formando adultos saudáveis

A infância é uma fase extremamente importante da vida humano. É na infância que desenvolvemos todas as habilidades necessárias para a formação de um adulto saudável, emocionalmente estável, que tenha as rédeas da própria vida.

Quantos jovens e adultos nós conhecemos que não conseguem ouvir um “não”, que precisam sempre de ajuda para tomar decisões, que são muito inseguros, sem autonomia, que se desesperam com novos desafios e que não conseguem lidar com problemas do dia a dia? Todos conhecem alguém assim, que se não tiver ajuda de terceiros, não consegue caminhar com as próprias pernas.

A habilidade de lidar com conflitos e conseguir chegar a boas soluções para os diversos problemas corriqueiros do cotidiano está diretamente ligada às experiências da infância. Isso não que dizer que o período da infância precisa ser regrado, cheio de tarefas e responsabilidades intensas, como é na vida adulta, mas vivenciada plenamente em suas características e particularidades.

Mas o que significa vivenciar a infância plenamente?

 

Uma infância plena significa uma infância repleta de experiências e desafios que permeiam as culturas infantis. São experiências lúdicas aonde a criança constrói conhecimento sobre o mundo e vai ressignificando esses conhecimentos à medida que interage com os espaços e com as pessoas. Nessa relação de interação, que se dá por meio da brincadeira, a criança experimenta diferentes movimentos de pesquisa, aonde elabora e testa hipóteses sobre os mais diversos assuntos e curiosidades do universo infantil, principalmente em relação à forma como seu corpo se relaciona com o mundo que a cerca. Isso quer dizer que a criança está o tempo todo testando limites, e nesse movimento, ao mesmo tempo em que aprende sobre a vida, constrói novos conhecimentos e propriedade sobre o mundo a sua volta.

Dessa forma, é de extrema importância que as experiências infantis sejam estimuladas e não podadas, como acontece hoje em dia, pois infelizmente a lógica da sociedade atual é ter segurança em detrimento das experiências da infância, em vez de uma em função da outra, de forma concomitante.

O medo de que a criança se machuque faz com que seus responsáveis, em busca de segurança, criem um ambiente de extremo controle que mina o desenvolvimento pleno da criança. À medida que ela é privada de vivenciar determinadas experiências, inclusive de frustrações, ela não desenvolve habilidades para lidar com a realidade, com os conflitos e com as relações. Torna-se uma criança incapaz de lidar com o mundo que a cerca.

O que são, de fato, brincadeiras de risco?

Subir em lugares altos, escalar uma árvore, brincar com pedras e tijolos, pendurar-se em uma corda, correr livremente, pegar insetos na mão, tomar banho de chuva em dias de calor, andar descalço na terra, brincar com lama e água, escorregar em ladeiras ou barrancos, rolar na grama, pular obstáculos, balançar de formas diferentes, todas essas são experiências de risco que envolvem planejamento, testar hipóteses e limites e avaliação dos riscos por parte das crianças.

É importante que os adultos responsáveis pelas crianças tenham consciências de que arranhões, ralados e pancadas leves são parte da aprendizagem e da infância, e devem ser encarados com naturalidade. Pequenos machucados sempre vão ocorrer, mas eles devem ser minimizados pelos adultos, e não supervalorizados, desencorajando a crianças a vivenciar as brincadeiras de risco. Esses pequenos machucados não significam negligência, mas sim que a criança está vivenciando as experiências da infância plenamente.

Isso não significa que o adulto não deve orientar a criança a ter cuidado; ao contrário, o adulto deve alertar a criança de que se machucar é um risco e que ela deve elaborar estratégias seguras de brincar, fazendo com que a criança reflita sobre os possíveis riscos e como evita-los, mas sem abandonar a brincadeira. Por exemplo, o adulto pode orientar a criança que escorregar no barranco com bermuda curta pode causar ralados na perna. Então como escorregar no barranco evitando ralados? A criança e adulto devem buscar essa resposta juntos, elaborando e testando algumas hipóteses, tais como usar um papelão para escorregar no barranco, usar calça comprida, escorregar dentro de uma caixa de papelão, jogar água ou arei no barranco para diminuir o atrito, etc.

Acidentes x Brincadeiras de Risco

Os adultos não podem confundir acidentes com machucados resultantes de brincadeiras. Acidentes são situações imprevistas que tem consequências como, por exemplo, torcer um braço. Isso é uma fatalidade decorrente de um acidente, não das brincadeiras de risco. Uma criança pode se machucar por tropeçar no próprio pé ou por pular numa cama elástica e cair de mau jeito. A fatalidade não está atrelada às brincadeiras de risco, mas sim a um acidente imprevisível. O fato de, em uma situação isolada, a criança se machucar, não significa que ela deve ser cercada de cuidados exagerados que a sufoquem a ponto de comprometer seu desenvolvimento em sua integralidade.

Logo, é importante ter consciência de que todos estamos suscetíveis à acidentes, mas que isso não pode ser motivo de se render ao medo e tornar-se impeditivo de viver diferentes experiências.

Quando a preocupação se torna superproteção.

Quando a família toma a decisão de tornar o ambiente exageradamente seguro e passa a privar a criança de viver qualquer tipo de experiência de risco, a isso denominamos superproteção.

A criança que é superprotegida torna-se frágil, mimada, chorona, incapaz de lidar com conflitos e tomar decisões, medrosa e dependente de outras pessoas para tudo. Essas características se mantêm na vida adulta, impedindo que a criança cresça de forma saudável e se torne um adulto realizado e de sucesso.

Benefícios das Brincadeiras ousadas.

Já as crianças que vivenciam as brincadeiras mais ousadas tornam-se seguras, confiantes e resilientes. Brincadeiras assim e desafios melhoram a capacidade de expressar os sentimentos e as emoções, ensinam a organizar os pensamentos, estimulam a imaginação e a criatividade, aprimoram a linguagem e ampliam a comunicação; as crianças adquirem consciência corporal e autocontrole, desenvolvem habilidades de orientação espacial e lateralidade, desenvolvem autorregulação; a criança aprende a respeitar regras e limites, a cooperar, a socializar e a negociar, ajuda a enfrentar os medos e desenvolve autonomia. Isso quer dizer que crianças que encaram com tranquilidade desafios e situações de risco em brincadeiras, quando forem adultas, poderão ter a mesma coragem no momento de tomarem outras decisões arriscadas, como mudança de emprego, morar fora do país, empreender em novos negócios e investir em projetos inovadores, por exemplo.  Além de contribuir para a construção de relações saudáveis na vida adulta, minimizar fragilidades e de fortalecer as características psicológicas e emocionais.

Brincadeiras na natureza.

As brincadeiras que possibilitam que as crianças testem seus limites, além de contribuírem para o fortalecimento da individualidade, também são positivas para uma vida mais saudável, uma vez que representam atividade física, empreendimento de energia, fortalecimento da imunidade e potencialização da criatividade. Portanto, brincar ao ar livre, em contato com diferentes elementos da natureza possibilita uma série de benefícios que não são contemplados pelas brincadeiras domésticas ou urbanas (em shoppings), realizadas em ambientes fechados.

A brincadeira com elementos naturais como galhos, pedras, folhas, terra, areia, água, flores, são potentes para o desenvolvimento cognitivo da criança. Esse tipo de brincadeira faz com que a criança ressignifique esses elementos, desenvolvendo formas complexas do pensamento através do jogo simbólico. Ou seja, através da brincadeira de faz de conta, a criança encontra novos sentidos nos elementos naturais e ao mesmo tempo em que brinca, desenvolve e fortalece o corpo e a mente. Diferente de brinquedos industrializados, onde o significado dos brinquedos está dado e é imutável, limitando o potencial criativo da criança, os elementos naturais podem ser várias coisas ao mesmo tempo, desafiando a criança a construir novos significados conforme o contexto de cada brincadeira. Um galho, por exemplo, pode ser uma espada, uma varinha de mágico, o volante de uma moto, a colher pra fazer comida, etc.

Além dos benefícios cognitivos, as brincadeiras na natureza são potentes para desenvolver e aguçar os sentidos, já que a natureza é rica em aromas, texturas, temperaturas e cores.

As brincadeiras na natureza também têm benefícios terapêuticos no tratamento de doenças e transtornos. Diferentes pesquisas realizadas pelo Journal of Attention Disorders – 2008, Environment and Behavior – 2003 e Ophthalmology – 2008 indicam que o contato lúdico com a natureza, possibilitando experiências de aventuras, pode reduzir significativamente os sintomas de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDH), do estresse e até a ocorrência de doenças como miopia e obesidade na infância.

E não podemos esquecer que brincadeiras na natureza favorecem a relação de cuidados da criança com o meio ambiente, pois crianças que convivem com o meio natural desenvolvem afinidade em relação à natureza através de brincadeiras marcantes de livre expressão do corpo, e desta forma apreciam e zelam pelo mundo à sua volta porque o respeitam e o reconhecem como seu ambiente de pertencimento.

 

Bonito: um paraíso verde para as crianças. Vamos brincar?

Agora que você já sabe todos os benefícios das brincadeiras de risco e principalmente das brincadeiras na natureza, é importante que planeje viagens que aproximem as crianças de ambientes naturais e que ao mesmo tempo proporcionem experiências de aventura ao ar livre e de livre expressão do corpo e da mente.

Bonito é o lugar perfeito para isso. Lá você encontrará inúmeras atividades de aventuras e experiências com a natureza direcionadas aos pequenos e aos não tão pequenos assim. Num lugar de raras belezas, com uma incrível biodiversidade, as crianças poderão conhecer diferentes espécies da flora e da fauna, ao mesmo tempo em que brincam, se aventuram e se divertem.

Só em Bonito as atividades para a infância unem lazer e conhecimento de forma lúdica e empolgante, estreitando os vínculos das crianças com a natureza, de uma forma única e marcante no melhor destino de ecoturismo do Brasil.

Os passeios de Bonito que possuem atividades envolvendo algum grau de risco obedecem a medidas de segurança que o minimizam ao máximo, seguindo normas técnicas estabelecidas por entidades especializadas de reconhecida competência.

Quer saber mais sobre o que Bonito pode proporcionar às suas crianças?

Acesse: //bonito-in.com e conheça as maravilhas desse paraíso.

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IDB – Instituto de Desenvolvimento de Bonito
Rua 24 de Fevereiro 1507 Bonito | Mato Grosso do Sul | 79.290-000
Info@bonitoin.com

 

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